
Tudo passa... Até a minha tristeza...
A ausência das tuas palavras... o teu silêncio
Consome os meus sentidos...
Consomem o ar que respiro
Com o pensamento matinal
Escrevo palavras soltas
Palavras caladas... Abafadas pela dor...
De que valem as palavras se são surdas!
Nevoeiros que desfiguram o meu horizonte
Às escondidas olho tuas lembranças
Teu lugar a mesa...
O teu olhar. Antigamente era límpido...
Tempo esse que teima em adiar-se
Sinto a emoção salgada
A deslizar no meu rosto...
Eu creio que tudo é passageiro
Tudo passa... Até a minha tristeza...
Aylde Praxedes
12/07/2011
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